No RS faltam 43.000 jovens no campo

IMG1  As administrações municipais, Emater, Sindicatos, cooperativas, conselhos municipais e outros órgãos ligados ao setor primário estão diante de um novo e enorme desafio: buscar alternativas para entusiasmar os jovens à ficarem na agricultura. Conforme o Censo Agropecuário do IBGE, em 2010, o RS possuía quase 442 mil propriedades rurais; destas, cerca de 88% são de base familiar. Considerando-se como jovem rural a idade entre 15 e 29 anos, já em 2010, faltavam 43 mil jovens no RS para ter, pelo menos, um jovem por estabelecimento rural.

  Entre os motivos que dificultam a sucessão estão a falta de autonomia financeira dos jovens, resistência dos pais em deixar os filhos ajudar no gerenciamento dos negócios, falta de divisão dos lucros com os filhos, educação brasileira voltada para as demandas urbanas, falta de uma política governamental voltada para a juventude rural, a crescente urbanização, as promessas e possibilidades de emprego nas cidades, entre outras.

  As mudanças constantes e rápidas que ocorrem no mundo, colocaram a agricultura familiar e os jovens rurais numa nova perspectiva. A propriedade rural familiar deixou de ser vista como apenas uma propriedade marginal de subsistência familiar, passando a ser vista como unidade de grande potencialidade de geração e distribuição qualificada de renda. Entretanto, esta potencialidade não está dada e o tema de casa precisa ser feito, particularmente em duas frentes estratégicas:

  - Primeiro, é necessário ampliar a eficiência de boa parte das unidades de produção familiar remanescentes, para que estas se mantenham no mercado. É preciso sair do amadorismo e do extrativismo e buscar especialização, eficiência e eficácia. Para isso, a Capacitação é a ferramenta a ser apropriada pelo jovem agricultor familiar como o insumo mais estratégico para sua evolução no campo. Uso de tecnologias simples, geradoras de autonomia e redução de custos e mão de obra são imprescindíveis para obter resultados produtivos e geração de renda significativa;

 

  - Segundo, os jovens devem aproveitar a oportunidade de sentar com os gestores locais, administração municipal, secretarias da agricultura, Emater, STR, conselhos municipais e regionais, cooperativas, entre outros, e dialogar de forma consistente, sobre ações estratégicas, sobre a necessidade de concepção de políticas locais que tem a responsabilidade de serem indutoras. Indutoras de mobilização para otimizar o aproveitamento de outras políticas, indutoras de protagonismo e da participação da juventude, da mulher e da família rural como um todo.

 Neste quesito, o município de Poço das Antas se destaca com a inserção de 8 jovens rurais e 4 mulheres rurais no seu Conselho Municipal Agropecuário. Além disso, em 2017, os gestores municipais fizeram uma completa revisão nas políticas públicas voltadas para a agricultura e a inserção de novas políticas de incentivo e programas de fomento municipal. Sendo assim, Poço das Antas atualmente destaca-se na região e no Estado em oferta e qualidade de políticas públicas à disposição da agricultura familiar.

Entre os principais destaques do Programa de Incentivo ao Custeio e Fomento à Produção Primária no Município de Poço das Antas, podemos destacar:

· Incentivo para construções produtivas, visando a instalação e ampliação de estruturas de produção, como aviários para corte e postura, pocilgas, salas de ordenha, estufas ou cobertura plástica para olericultura, floricultura, viveiros de mudas e o cultivo protegido em pomares de frutas, de estruturas com o objetivo de produção para fins comerciais;
· Subsídio de Mudas Frutíferas;
· Auxílio na aquisição de insumos e materiais diversos, através de bônus incentivo agrícola;
· Subsidio em parte dos custos com a prestação de serviços veterinários e de inseminação artificial;
· Fomento de Alevinos;
· Subsídio nas Análises de solo;
· Transporte gratuito de insumos;
· Serviços de terraplanagem/terraplenagem gratuitos para a construção e transferência de fornos de carvão vegetal, construção e instalações para suinocultura, avicultura, atividade leiteira e construção de estufas;
· Patrulha agrícola;
· Posto de Inspetoria Veterinária;
· Entre outros.

  No município de Poço das Antas, assim como em outros municípios da região temos inúmeros casos de jovens que decidiram ficar ou voltar para a agricultura. Jovens bem-sucedidos em sua escolha, donos do próprio negócio, com mais liberdade, em contato com a natureza e com excelente qualidade de vida. Jovens que estão se transformando em empresários rurais, que além de trabalhar, fazem contas, fazem a gestão dos seus negócios na ponta do lápis e promovem a diversificação de suas propriedades.

As administrações municipais, Emater, Sindicatos, cooperativas, conselhos municipais e outros órgãos ligados ao setor primário estão diante de um novo e enorme desafio: buscar alternativas para entusiasmar os jovens à ficarem na agricultura. Conforme o Censo Agropecuário do IBGE, em 2010, o RS possuía quase 442 mil propriedades rurais; destas, cerca de 88% são de base familiar. Considerando-se como jovem rural a idade entre 15 e 29 anos, já em 2010, faltavam 43 mil jovens no RS para ter, pelo menos, um jovem por estabelecimento rural.

Entre os motivos que dificultam a sucessão estão a falta de autonomia financeira dos jovens, resistência dos pais em deixar os filhos ajudar no gerenciamento dos negócios, falta de divisão dos lucros com os filhos, educação brasileira voltada para as demandas urbanas, falta de uma política governamental voltada para a juventude rural, a crescente urbanização, as promessas e possibilidades de emprego nas cidades, entre outras.

As mudanças constantes e rápidas que ocorrem no mundo, colocaram a agricultura familiar e os jovens rurais numa nova perspectiva. A propriedade rural familiar deixou de ser vista como apenas uma propriedade marginal de subsistência familiar, passando a ser vista como unidade de grande potencialidade de geração e distribuição qualificada de renda. Entretanto, esta potencialidade não está dada e o tema de casa precisa ser feito, particularmente em duas frentes estratégicas:

- Primeiro, é necessário ampliar a eficiência de boa parte das unidades de produção familiar remanescentes, para que estas se mantenham no mercado. É preciso sair do amadorismo e do extrativismo e buscar especialização, eficiência e eficácia. Para isso, a Capacitação é a ferramenta a ser apropriada pelo jovem agricultor familiar como o insumo mais estratégico para sua evolução no campo. Uso de tecnologias simples, geradoras de autonomia e redução de custos e mão de obra são imprescindíveis para obter resultados produtivos e geração de renda significativa;

- Segundo, os jovens devem aproveitar a oportunidade de sentar com os gestores locais, administração municipal, secretarias da agricultura, Emater, STR, conselhos municipais e regionais, cooperativas, entre outros, e dialogar de forma consistente, sobre ações estratégicas, sobre a necessidade de concepção de políticas locais que tem a responsabilidade de serem indutoras. Indutoras de mobilização para otimizar o aproveitamento de outras políticas, indutoras de protagonismo e da participação da juventude, da mulher e da família rural como um todo.

Neste quesito, o município de Poço das Antas se destaca com a inserção de 8 jovens rurais e 4 mulheres rurais no seu Conselho Municipal Agropecuário. Além disso, em 2017, os gestores municipais fizeram uma completa revisão nas políticas públicas voltadas para a agricultura e a inserção de novas políticas de incentivo e programas de fomento municipal. Sendo assim, Poço das Antas atualmente destaca-se na região e no Estado em oferta e qualidade de políticas públicas à disposição da agricultura familiar.

Entre os principais destaques do Programa de Incentivo ao Custeio e Fomento à Produção Primária no Município de Poço das Antas, podemos destacar:

·                    Incentivo para construções produtivas, visando a instalação e ampliação de estruturas de produção, como aviários para corte e postura, pocilgas, salas de ordenha, estufas ou cobertura plástica para olericultura, floricultura, viveiros de mudas e o cultivo protegido em pomares de frutas, de estruturas com o objetivo de produção para fins comerciais;

·                    Subsídio de Mudas Frutíferas;

 

·                    Auxílio na aquisição de insumos e materiais diversos, através de bônus incentivo agrícola;

·                    Subsidio em parte dos custos com a prestação de serviços veterinários e de inseminação artificial;

·                    Fomento de Alevinos;

·                    Subsídio nas Análises de solo;

·                    Transporte gratuito de insumos;

·                    Serviços de terraplanagem/terraplenagem gratuitos para a construção e transferência de fornos de carvão vegetal, construção e instalações para suinocultura, avicultura, atividade leiteira e construção de estufas;

·                    Patrulha agrícola;

·                    Posto de Inspetoria Veterinária;

·                    Entre outros.

No município de Poço das Antas, assim como em outros municípios da região temos inúmeros casos de jovens que decidiram ficar ou voltar para a agricultura. Jovens bem-sucedidos em sua escolha, donos do próprio negócio, com mais liberdade, em contato com a natureza e com excelente qualidade de vida. Jovens que estão se transformando em empresários rurais, que além de trabalhar, fazem contas, fazem a gestão dos seus negócios na ponta do lápis e promovem a diversificação de suas propriedades.

Localização

  • Poço das Antas - RS
    Av. São Pedro, 1213 - 95740-000

Contato

Horário de funcionamento

Segunda a Sexta 7:30 as 11:30 - 13:00 as 17:00